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Número 50 ─ Quem diria

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Olá a todos os meus queridos e estimados leitores! Tenho para dizer que este é sem dúvida um texto bastante especial para mim. Este texto marca o quinquagésimo texto deste blogue e estou sem dúvida grato a todos vós por isso. Quando comecei a escrever estes textos, no verão do ano passado, o meu intuito não era ter sucesso ou ser reconhecido ou sequer ganhar dinheiro. O meu objetivo era simples, me divertir. Era uma forma de lidar com problemas ao nível psicológico que me afetaram este passado ano e resultou. Escrever fez me voltar a ser o que era e expor o que me ia na alma. Em muitos textos meti pequenas referências a pessoas que conheci, histórias que ouvi, um tudo e um par de botas. Acho que foi uma forma de ter easter eggs para mim próprio se um dia voltar a ler os mesmos. Este blogue foi, sem intenção disso, o meu diário nestas 50 semanas. Sinceramente, não podia estar mais orgulhoso dele. Esta mescla de temas, de poemas, de piadas, de opiniões e de críticas, sou eu em pala...

Número 49 ─ Agora a sério, vamos falar seriamente sobre séries

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Bem-vindos meus queridos e estimados leitores daqui o vosso Gajo Que Diz Coisas e, como habitual às quintas-feiras, esta é mais uma crónica que cheira muito bem. Mais do que os filmes, na minha opinião, as séries são a forma das pessoas conectarem com personagens fictícias. Tirando os filmes que possuem continuidade, é mais complicado fazer uma conexão com uma personagem que só conhecemos durante 1h30 a 2h, isto porque se torna difícil essas mesmas personagens evoluírem nesse período tão curto, daí as séries serem a melhor forma para este intuito, porque ao longo dos episódios e temporadas, os personagens vão evoluindo e os espectadores vão evoluindo com eles. Há várias séries que me marcaram de alguma forma ou de outra. O Prison Break foi a primeira série que senti que devia ver sempre o episódio seguinte, porque o suspense do final obrigava implicitamente o mesmo. O How I Met Your Mother, foi a primeira série de comédia que realmente senti uma conexão com as personagens e finalm...

Número 48 ─ Eleições ─ Um percorri de estupidez

Um grande bem-haja a todos os meus queridos e estimados leitores e sejam bem-vindos a mais um texto. Estamos no epicentro de tudo o que é eleições e, por este motivo, o tema que vos trago são as eleições. Não há um pote maior de pérolas humoristas do que umas belas eleições. Qualquer que seja o órgão, a dimensão, os candidatos, existe sempre pérolas imaculáveis que merecem ser recordadas para sempre. Este tema passou-me pela cabeça, porque há umas semanas vi umas pérolas que mereciam ser emolduradas e penduradas em tudo o que são ETARs, que foi uma das eleições para um dos muitos núcleos da minha faculdade. Aquilo foi tão mau em tantos sentidos que devia ser caso de estudo até à eternidade. Ambas as listas tiveram um discurso de mandar a abaixo a atual direção do núcleo (atenção não estou a dizer que não é má, porque acreditem que é). Nada de errado com tal ato, o problema é quando lançam vídeos de campanha onde têm ex-membros do núcleo a apoiar as novas listas. São mensagens cont...

Número 47 ─ FINALMENTE FÉRIAS

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Olá meus queridos e estimados leitores, sejam bem-vindos a mais um bonito, cheiroso e impecável texto deste Gajo Que Diz Coisas que tanto gosta de vocês. Estamos a caminhar a passos largos para o que será um grande marco deste blogue, o texto número 50, contudo esse deixamos para daqui a umas semanas e vamo-nos focar neste momento neste tema que vos trago. Eu pensei numa fase inicial em trazer um tema para rir, contudo nada será tão giro esta semana do que os vídeos de campanha do NEG, dessa forma trago-vos algo bastante importante para mim as férias. As férias para mim são algo tão importante como trabalhar, por vezes até mais, visto que é a recompensa pelo trabalho feito ao longo do ano, ou pelo menos devia de ser. As férias deviam ser o descanso merecido dos guerreiros, mas nunca é assim. As férias são aquela miragem no meio do deserto de águas cristalinas, todavia não passa de uma poça de urina de camelo. Quando as férias estão próximas não há incentivo extra para terminar...

Número 46 ─ As empresas e as redes sociais

Bons dias meus bonitos e queridos leitores e sejam bem-vindos a mais um interessante texto aqui no blogue d’ O Gajo Que Diz Coisas e pela primeira vez vou falar de algo diretamente relacionado com a minha formação académica, algo relacionado com gestão. A forma como as empresas se relacionam com os seus clientes mudou drasticamente nos últimos anos. Devido às evoluções tecnológicas formas antigas de publicidade como os intervalos dos programas de televisão perderam a preponderância e a posição de principal foco das empresas. As pessoas assistem cada vez menos a publicidade seja pela prática do Zapping seja pelas funcionalidades da box para passar à frente dos mesmo em programas dados previamente. Assim, as empresas focaram a sua atenção em duas frentes: product placement e as redes sociais. Este texto irá se focar nesta relação das empresas com as redes sociais. Nunca foi tão fácil comunicar com os consumidores e as empresas aproveitaram este fator ao máximo. Por este motivo,...

Número 45 ─ O mentiroso tem a perna pequena, mas a pergunta é qual delas?

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Bom dia meus queridos e estimados leitores e bem-vindos a mais um texto. Lembrei-me deste tema por causa de uma pessoa em especial. Esta pessoa conheci no meu mestrado e sem dúvida o maior monte de mentiras ambulante que já vi na minha vida. Mente para tudo e todos e acha que é o maior. Coitado é apenas um parasita da sociedade, com idade suficiente para ter juízo e não precisar de ajuda para tudo na vida. A única coisa que deve fazer sozinho é limpar o rabo e mesmo assim deve pedir ajuda à mãe. A sério nunca vi nenhum idiota como aquele rapaz. Enche o peito quando fala nas notas dos seus trabalhos de grupo… quando foram os restantes membros do grupo que fizeram tudo. Como é que eu sei disto? Eu era um dos restantes membros. Pois bem, mentir é algo tremendamente português. Nos homens mente-se regra geral em duas matérias algo relacionadas que merecem ser referenciadas: o tamanho do badalo do sino e o número de raparigas que conhecem as badaladas da sua igreja. Há uma pressão intrí...

Número 44 ─ Escrever

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Tenho um texto para escrever, E o tema não tem nada a ver, Escrevo com um pedaço de papel, A rima sai como mel. Escrever é o ato de sentir, É o ato de com as palavras fazer rir, Escrever é a exposição do sentimento, É a descrição do que vai na alma naquele momento. O ato de escrever é pessoal, É tão poderoso que é intemporal, A escrita é uma arte, Que nos faz voar tão alto que parece que estou em Marte.