Número 139 – Não me lembro de nada de jeito para escrever, portanto isto é uma coisa estranha.
Olá meus queridos e estimados leitores e sejam bem-vindos a mais um texto. Pensei
hoje em espalhar mais ódio, talvez pensar falar naquelas pessoas perto dos 30
anos que ainda pensa que está nos tempos de faculdade e é super cool, mas estou
cansado por isso vou escrever sem tema aparente.
O que é este texto? Uma espécie de conversa de elevador constrangedora em
forma de texto. O que é que está a ser a minha vida nos últimos tempos? Aquela típica
e mundana rotina que tanto agasta o corpo. Ando com aquele típico feitio de cão
capaz de mandar até a Madre Teresa de Calcutá para o sítio. Contudo fiz uma resolução
que muito me ajudou a manter a minha sanidade mental, desinstalei o WhatsApp. Meu
deus, FOI A MELHOR DECISÃO DA MINHA VIDA. JÁ PENSARAM O QUE É ACORDAR SEM
QUALQUER TIPO DE NOTIFICAÇÕES PARVAS SOBRE GRUPOS ESTÚPIDOS??? EU SEI GENIAL,
NÃO É??
Bem isto continua curto, como o cérebro de um concorrente da Casa dos Segredos,
então vou continuar a engonhar até chegar a um número de palavras suficientes
para publicar esta bodega. Está frio, não é? Está imenso frio. Eu odeio frio, e
também odeio o calor. Eu gosto daquela temperatura que só faz na primeira quinzena
de março chamada temperatura amena. Não faz calor, nem faz frio, é aquela
temperatura que de 0 a 20 é um sólido 15, não é genial, mas é bom.
Estou cada vez mais farto de pessoas, TODAS AS PESSOAS. As pessoas agastam-me
a paciência. Acho que a minha paciência está cada vez mais seletiva. Só me
preocupo realmente com um número cada vez mais reduzido de pessoas. Acho que
está provado se a minha vida for representativa, que a maior parte dos seres
humanos não são bons. Olha acontece. E, assim, me despeço. Um grande abraço na zona
da traqueia.
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