Número 112 ─ Os Dez Mandamentos: Parte VII “Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).”
Olá meus queridos e estimados leitores
e sejam bem-vindos a mais um fofinho texto. Vamos continuar hoje com os textos
sobre os Mandamentos porque ainda não tive tempo de meter o meu wrestling em
dia. O Mandamento de hoje centra-se no furto, no roubo, algo tão português como
tremoços (ou será mais isso para o senhor das cervejas, ah referência futebolística).
Há uma intrínseca relação entre Portugal e
roubo. Atualmente tenho estado no Twitter comentando o campeonato do mundo e
alguns dos comentários dos brasileiros para com os portugueses é centrado em “devolve
o nosso ouro”. A não ser que o ouro das bolas do Cristiano Ronaldo tenha origem
desse ouro roubado, não existe nenhuma relação entre futebol e colonização, a
não ser o meu desejo de ter Thiago Silva, Marcelo e Coutinho na seleção portuguesa.
Raios a nossa seleção está a ter pior exibições (escrevo isto um dia depois do
jogo com o Irão) do que alguma vez vi. Claramente está ai a prova que o motivo
de seremos campeões europeus tem a ver com uma intervenção divina e não
destreza desportiva. Bem voltando a roubos, desde os Descobrimentos Portugal tem
sido sinónimo de roubos, desde de carteiristas na baixa passando por casos de corrupção
que inundam indústrias, a classe política e até… o futebol (e desta forma
brilhante junto o tema que introduzi sem explicação a meio do parágrafo).
Não sendo nenhum entendido a
questão do furtar pode vir de algumas formas: a mais compreensível é a
necessidade. Se uma pessoa não tem dinheiro ou bens essenciais e as vezes tem
toda uma família a depender dessa pessoa é normal. A segunda é a inveja e até
tem mais a ver com a questão de “danificar bens”. Aqueles idiotas que por
inveja riscam o carro de uma pessoa, por exemplo. Este tipo de pessoas são simplesmente
uns invejosos, não há muito a acrescentar. E o terceiro motivo é simples,
ganância. Parte de crimes envolvendo dinheiro o motivo é este: Ganância. A
Ganância gira o mundo do crime, une o deputado corrupto, o mafioso sanguinário e
a pessoa que declara o salário mínimo e leva para casa mais de 4.000 euros.
Não quis adiantar muito neste
tema, já estou farto de falar de coisas ruins e corruptas por isso como novo
mandamento para este texto sugiro: “A não ser que saibas cantar, se és YouTuber
limita-te a fazer vídeo para o YouTube e não canções.” É o Wuant, SirKazzio
etc. Já chega. Estão ao nível da Maria Leal. Poupem-nos do sofrimento.

Comentários