Número 67 ─ Ideias para novos desportos olímpicos

Olá meus queridos e estimados leitores e sejam bem-vindos a mais um texto. Depois de dois temas algo densos de conteúdo, esta semana trago algo para dispor bem a estupidez que pode ser criada dentro do meu cérebro e decidi trazer novas ideias para desportos olímpicos. A razão por detrás deste texto é simples, face a muitos outros países, as prestações portuguesas nos Jogos Olímpicos não são, de todo, brilhantes, sendo que o nosso contador de medalhas fica sempre por números diminutos. Desta forma, pensei em novos deportos que de certeza iam trazer medalhas para Portugal.

  • Debruçamento de velhas à janela Portugal possui das melhores velhas do Mundo, repito DAS MELHORES VELHAS DO MUNDO. Um dos desportos favoritos das nossas velhas é estar à janela a cuscar vidas alheias, por esse motivo no debruçamento de velhas à janela teríamos todas as possibilidades de trazer imensas medalhas;

  • 200 metros rebolamento de barrigas de cerveja ─ Portugal tem várias particularidades típicas que fazem parte do nosso universo, as barrigas de cerveja são uma delas. Obviamente existem outros países fortes no ato de beber cerveja como a Alemanha, mas o bêbedo tuga está habituado desde as primeiras pielas a rebolar em sarjetas, desta forma seria um desporto com grandes potencialidades;

  • Pugilismo de taxistas ─ o típico taxista português está em perfeitas condições de superar todo e qualquer adversário doutro país devido ao seu treino com condutores da Uber. Os nossos taxistas são os melhores para a porrada, nem precisam de cobrar a bandeirada;

  • Maratona de virgens ofendidas─ Portugal é líder quando falamos de virgens ofendidas nas Redes Sociais. Só com a Maria Vieira eramos campeões de certeza;

  • Salvamento de Bancos ─ Portugal é líder no salvamento de Bancos, porque não aproveitar essa façanha para ganhar medalhas. Seria uma forma de não ser apenas uma modalidade tapa buracos de “gestores competentes”;

  • Sincronização dos 760 ─ voltando às temáticas das velhas, os programas das manhãs e das tardes dos Gouchas, Cristinas Ferreiras e Fátimas Lopes criaram uma das modalidades de equipas mais fantásticas de sempre, à semelhança das apresentações de ginástica artística ou natação sincronizada, as corografias dos 760, aquela corografia que as velhas fazem quando aparece o número dos passatempos. Esses seriam bonitos saraus de exibição com júris a atribuir pontuações;



E, assim me despeço. Acho que está aqui uma bela lista de possíveis desportos para as próximas olimpíadas em Tóquio. Claro que há duas outras formas de solucionar isto: a primeira focarmos nos paraolímpicos que tantas medalhas e alegrias nos dão ou usar as verbas dadas às touradas (que para além de ser uma forma de magoar animais já é por si lucrativa. Será que o Joaquim Bastinhas precisa de subsídios para um novo cavalo, I don’t think so) as modalidades que precisam! Portugal não é só futebol!


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